sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Jeysa. Incomparável

A beleza que se confunde com o meio ambiente

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

A Vergonhosa Relação do Estadão com o Latifúndio


- O Estadão sempre manteve vínculos históricos com o os latifundiários, eles até assumem essa relação.

- Desde a fundação do "jornal", o Estadão mantém relações com os grandes proprietários de terra voltados à agro-exportação.

- Desde os tempos áureos dos cafezais de São Paulo.

- Portanto, 100 anos de desiformação

- !00 anos de alienação

- 100 anos de criminalização dos povos do campo.

- O Estadão deixa a opinião - do dono do "jornal - se confundir com informação.

- As análises do Estadão tem compromissos com os Latifundiários.

- Diante disso, Lúcio Mello escreve no Blog da Reforma Agrária

"Entre outras distorções, o Estadão omite que o agronegócio tem parcela de culpa considerável na dívida pública brasileira, seja através das sucessivas dívidas simplesmente não pagas ou de repasses com ônus ao tesouro de projetos agropecuários faraônicos, explica Lúcio Mello. Estima-se que esta dívida atingiu R$74 bilhões em maio de 2008. Isto sem falar da anistias às dívidas, dos juros subsidiados e de outras benesses do Estado."

- Se você é assinante do Estadão, saiba que você vai ler a opinião dos latifundiários, não informação sobre o setor.

Estadão é inimigo da reforma agrária


Extraido do Blog do Miro

Por Altamiro Borges


O jornal O Estado de S. Paulo, que já nasceu demonizando as lutas camponesas (basta lembrar suas matérias hidrófobas contra a revolta de Canudos) e defendendo os interesses da oligarquia paulista do café, não desiste nunca da sua cruzada contra a reforma agrária. Em editorial na semana passada, intitulado “Deixem a agricultura trabalhar”, ele voltou a atacar todos - MST, sindicalismo rural, partidos de esquerda e setores do governo Lula – que defendem uma justa distribuição de terras num dos países de maior concentração fundiária do planeta. Todos seriam entraves ao “desenvolvimento econômico” do Brasil.

Para o Estadão, os heróis do povo brasileiro são os ricos fazendeiros. “Com superávit comercial de US $ 58,2 bilhões neste ano, o agronegócio é mais uma vez a principal fonte de sustentação das contas externas brasileiras, graças ao seu poder de competição”, bajula o editorial, que parece saudoso das velhas teses oligárquicas sobre a “natureza agrícola” do país. Não há qualquer linha de crítica à concentração de terras nas mãos de poucos latifundiários, ao uso do trabalho escravo e infantil, à abjeta contratação de jagunços e pistoleiros ou às práticas devastadoras do meio ambiente tão comuns no campo brasileiro.

“Um recado político” para Dilma

Mais este editorial, dos vários já publicados, tem um objetivo nítido. Com base numa entrevista do atual ministro da Agricultura, Wagner Rossi, já confirmado para continuar no cargo, ele visa dar um “recado político” para o futuro governo. “O setor precisa de segurança para produzir bem e para ser competitivo. É um lembrete oportuno, a duas semanas da posse da presidente eleita, Dilma Rousseff”. O texto do Estadão expressa o temor dos ruralistas, para quem “o agronegócio continua na mira do Ministério do Desenvolvimento Agrário, do PT, do MST e de outras organizações comprometidas com as bandeiras do atraso”.

Sempre ancorado na entrevista do ministro, o Estadão centra seus ataques exatamente na revisão dos índices de produtividade usados para a desapropriação de terras. Lembra que uma portaria já passou pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, mas que está engavetada no Ministério da Agricultura – e assim deve continuar. Em síntese, a família Mesquita se mantém na dianteira da luta contra a reforma agrária. Para ela, esta bandeira é coisa do passado e seus defensores representam o “atraso”. Neste esforço militante, o jornal não vacila em abandonar qualquer tipo de imparcialidade e difunde as maiores mentiras.

Mentiras sem escrúpulos

Sem escrúpulos, o editorial afirma que o agronegócio é responsável pela “produção eficiente de alimentos abundantes, bons e baratos, acessíveis a qualquer trabalhador... Pode ter havido razão econômica para a reforma agrária há algumas décadas. Mas a agropecuária transformou-se amplamente nos últimos 40 anos. O setor produz muito mais que o necessário para abastecer o mercado interno e para atender à crescente demanda internacional... A agropecuária brasileira se modernizou. Os defensores da reforma agrária continuam no passado. A presidente eleita faria bem ao País se escolhesse o compromisso com a modernidade”.

Estas teses, infelizmente encampadas por alguns desenvolvimentistas, não levam em conta que a reforma agrária é uma questão de justiça social e de ampliação da democracia no Brasil – a vitória do direitista José Serra nos redutos do agronegócio deveria servir de alerta! Elas também ignoram o papel econômico de uma distribuição mais justa das terras no Brasil. Neste sentido, o Estadão mente descaradamente. Não é verdade que o agronegócio garante a comida na mesa dos brasileiros. Muito pelo contrário. São os 4,5 milhões de famílias de pequenos proprietários que garantem 80% dos alimentos consumidos no país.

Atentado à inteligência do leitor

Como observou Lúcio Mello, num excelente artigo publicado no Blog da Reforma Agrária, o editorial do Estadão é um atentado à inteligência dos leitores. Ele abusa da desinformação e das meias-verdades. Omite, inclusive, os dados oficiais recém divulgados pelo censo do IBGE. “O agronegócio não é responsável por alimentos bons, baratos e de qualidade. Por mais que comamos soja, açúcar e café e [bebamos] suco de laranja, é o produtor familiar que abastece em sua maioria as cidades de leite, feijão e mandioca, gerando renda e impedindo o aumento do fluxo migratório para São Paulo, Rio de Janeiro” e outras capitais.

Ponderado, ele observa que “o editorial louva a importância do agronegócio na sociedade, sobretudo na pauta das exportações brasileiras e na promoção do superávit primário. Até aí, nada de errado. É reconhecido o papel da monocultura agroexportadora na chamada modernização conservadora entre 1964 e o fim da década de 70”. De resto, tudo é mentira.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Preconceito na Veia



- É assim que o porta voz da RBS enxerga o povo Catarinense
- Como "Miseráveis".
- Esses mesmos "miseráveis" é que põe comida na mesa desse idiota.
- A prepotência e arrogância não deixam esse mentecapto enxergar isso.
- Porque não volta para a sua insignificância no Rio Grande do Sul
- Onde no período de ditadura ele andava tranquilamente pela rua.
- Vá e não volte mais...........

Por Essa a Direita Não Esperava


Divertidíssimo...........

terça-feira, 19 de outubro de 2010

AGORA NINGUÉM MAIS SEGURA

Vox Populi: Dilma 51%, Serra 39%

Agora que a campanha despertou, com manifesto de intelectuais, artistas, religiosos, juristas e dos movimentos sociaise com atos de rua como o abraço à Petrobras na próxima quinta-feira, é bom ver que os indicadores de Dilma também começam a subir. Quem votou em outros candidatos no primeiro turno já percebeu que agora é o Brasil do avanço ou o da roda presa. O Brasil do povo ou o dos vendilhões. E isso tende a fazer Dilma crescer ainda mais do que mostrou o Vox Populi nesta madrugada.

De acordo com o instituto, que fez sua segunda pesquisa neste segundo turno, Dilma subiu de 48% para 51% das intenções de voto e Serra caiu de 40% para 39%. O crescimento de Dilma se deu sobre os indecisos, que passaram de 6% para 4%. Brancos e nulos permaneceram em 6%.

Considerados apenas os votos válidos, a vantagem de Dilma é ainda maior, 57% contra 43% do tucano. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual.

Com toda a exploração da questão do aborto, Serra tem 44% entre os eleitores que se declaram evangélicos, contra 42% de Dilma. Considerando a margem de erro, é empate técnico. Dilma vence entre os católicos praticantes (54% a 37%), entre os católicos não praticantes (55% a 37%) e entre os que se declararam ateus (49% a 36%).

Dilma também ganha entre todas as faixas etárias, entre homens e mulheres e entre as diferentes cor de pele, com vantagem maior entre os que se declararam negros (59% a 29%). A única vantagem de Serra fora da margem de erro se dá na faixa dos que têm nível superior (47% a 40%).

Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados disseram estar decididos enquanto 9% admitiram que ainda podem mudar de ideia. Entre os eleitores de Dilma a consolidação do voto é maior, 93%. No eleitorado de Serra, 89% disseram que estão decididos.

Extraído do Blog Tijolaço, em 19/10/10

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

SERRA ALIA-SE À NEO-NAZISTA

Ele É Capaz De Tudo


Por Rodrigo Vianna, no Escrevinhador
O jornalista Tony Chastinet – colega com quem tive o prazer de dividir o prêmio Vladimir Herzog em 2007, e com quem produzi a série de reportagens sobre as centrais clandestinas de tortura durante a ditadura – fez um levantamento minucioso sobre a origem de um desses e-mails caluniosos. Não precisou de dinheiro, nem de ferramentas especiais. Usou basicamente o “Google”. Gastou alguns minutos e usou a experiência de quem já investigou dezenas e dezenas de picaretas em suas reportagens investigativas.
Tony Chastinet descobriu que o email partiu de gente ligada à extrema-direita. Gente com nome, sobrenome e endereço. Confiram…
O CAMINHO DA CALÚNIA
por Tony Chastinet
Recebi ontem à noite um daqueles e-mails nojentos e anônimos, que estão circulando na internet, com calúnias contra a candidata Dilma Roussef. Decidi gastar alguns minutos para tentar identificar os autores. Consegui, e repasso abaixo as informações sobre os autores da baixaria – incluindo as fontes da pesquisa.
Há um e-mail circulando na internet com o seguinte título: “Candidatos de esquerda”. Na mensagem há uma série de calúnias contra Dilma, e o pedido para se votar no Serra. Também recomenda a leitura do sitewww.tribunanacional.com.br.
Entrei na página e de cara me deparei com aquela foto montada da Dilma ao lado de um fuzil. Uma verdadeira central de calúnias ligada à extrema direita. Vejam uma amostra neste link http://www.tribunanacional.com.br/v2/editorial/a-terrorista/.
O e-mail foi enviado para minha caixa postal na noite de domingo. O remetente é um tal de Ingo Schimidt (ingo@tribunanacional.com.br). O site está registrado na Fapesp em nome do “Círculo Memorial Octaviano Pinto Soares”.
Essa associação tem CNPJ (026.990.366/0001-49), está localizada na SCRN, 706-707, Bloco B, Sala 125, na Asa Norte, em Brasília. O responsável pelo site chama-se Nei Mohn. Em uma pesquisa superficial na internet, descobre-se que ele foi presidente da “Juventude Nazista” em 1968. Era informante do Cenimar e suspeito de atos de terrorismo na década de 80 (bombas em bancas de jornais e outros atentados feitos pela tigrada da comunidade de informações). Também foi investigado por falsificar o jornal da Igreja Católica, atacando religiosos que denunciavam torturas, assassinatos e desaparecimentos (vejam abaixo nas fontes).
Nunca foi investigado e sequer punido pelas barbaridades que aprontou. Para isso, contou com a proteção dos militares e da comunidade de informações para abafar os escândalos e investigações.
Para continuar lendo, vá ao Escrevinhador.